ADMINISTRAÇÃO - RESILIÊNCIA

Satisfação: uma questão de resiliência




Quem nunca está satisfeito na vida não consegue ser feliz. E estar satisfeito é muito mais do que gostar do que se tem, mas também gostar do que se é. O insatisfeito é um frustrado e, possivelmente, se está nesta condição foi porque fez escolhas erradas. É aquela história: semeou vento e colheu tempestade. 

Agora, pode ser também que a insatisfação seja proveniente de causas externas; causas estas que independem da nossa atitude. Um exemplo: uma tragédia causada por um terremoto. Oras, o movimento da placa tectônica causou um terremoto no Japão, e por este motivo milhares de pessoas morreram e a economia do país desandou. Imagine que você é um empresário e que tenha negócios por lá... Pois é, além da tristeza pelos cidadãos japoneses, você também tomou um baita prejuízo. 

Ah, você poderia ter optado por outro investimento, uma vez que o risco de terremoto naquela região é consideravelmente grande. Oras, mas muita gente ganha muito dinheiro no Japão, então o sujeito opta por arriscar. Mas o que eu quero dizer com isso é que, tragédias acontecem independente da vontade de cada um. Aí, temos que levar em conta o fator acaso. 

E é aí que entra a chamada resiliência. Com resiliência seremos capazes de nos adaptar às condições adversas e tomar atitudes para virar o jogo. É o que acontece com o povo japonês, que mesmo enfrentado graves problemas é capaz de se adaptar e tomar rápidas decisões assertivas. Ah, mas o povo japonês tem qualidades inatas, eles são extremamente organizados, sabem planejar suas ações e possuem alta tecnologia.

É! Cultura e educação, né gente?

Ficou claro o que é resiliência? Bom, na área da psicologia, a resiliência é a capacidade de um indivíduo lidar com seus próprios problemas, vencer obstáculos e não ceder à pressão, seja qual for a situação.
  

Etimologicamente, resiliência  é um termo oriundo do latim resiliens, que significa voltar ao estado normal. O termo varia conforme contextualização, sendo aplicado também nas áreas de administração, ecologia e física.


Mas o que isso tem a ver com satisfação? Ora vejamos: eu fiz minhas escolhas, planejei enfrentar determinadas situações, mas no meio do caminho houve uma adversidade. Aqui, cabe a mim, manter a cabeça no lugar, raciocinar e tomar decisões para contornar tais problemas. Se esta adversidade me impede definitivamente de prosseguir, então, cabe a mim de novo escolher outro caminho. Por isso, o bom planejador é aquele que tem dois planos (plano A e plano B), e mais adiante até mesmo um terceiro plano, caso os dois primeiros não deem certo (plano C). 

Assim, mesmo enfrentando obstáculos na vida, terei a certeza de estar satisfeito. Deu errado, replanejamento, mudo a rota. Oras, o que dizer daqueles cujo o planejamento deu errado desde o início, e passado trinta anos, continuam insistindo no mesmo plano? Falta inteligência, não é mesmo?

Então, gente, que se aprenda com japoneses e bons negócios! 








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