EDUCAÇÃO

Mais do que conteúdo , didática e disciplina, educação de qualidade também é castigo (na dose certa).


A importância do castigo...




A palavra "castigo" nos remete a uma outra: "punição". Castigar nada mais é do que punir e punição é um instrumento precioso da educação. Mas, veja bem, punição na dose certa, porque se passar da dose, pode-se considerar o "castigo" uma "tortura". 

Mas, por quê punir? Porque há quem seja propenso a desrespeitar regras e códigos. Se as leis existem são para que sejam cumpridas. Se num jogo existem regras, estas devem ser cumpridas à risca. Por quê, gente?

Para que não haja injustiça! E justiça e educação andam juntas? Vejamos:

Aquele aluno é preguiçoso e agressivo, falta as aulas, não faz os deveres, mas tudo isso por pura malandragem, além disso, vive atormentando o coleguinha ao lado... 

O coleguinha ao lado segue a mesma cartilha (falta as aulas e não faz os deveres), com um porém, o menino adoeceu e sofre bullying. 

O rendimento dos dois alunos é o mesmo: Ambos tiram 3 pontos numa prova cujo valor é 10. Os dois alunos precisavam de 4 pontos para passar de ano. 

A professora muito sábia, quis fazer justiça: Deu 3 para o menino que malandrou e 5 para o garoto que adoeceu.  

Bom, na opinião de vocês, a professora fez ou não fez justiça?

Aqui vale a reflexão: direitos iguais para desiguais ou direitos diferentes para desiguais?

Oras, um merece castigo e o outro acolhimento. Isso mesmo, o menino agressivo não sabe respeitar as regras de convivência e de disciplina da escola, e o outro estava sendo penalizado, agredido, violentado...

A professora descobriu o que estava acontecendo, além de repetir o ano, o menino agressivo recebeu uma advertência.

Já o garoto que sofria bullying recebeu tratamento médico e psicológico, conseguindo, no ano seguinte, recuperar seu rendimento escolar.

Mas, e o que repetiu o ano? Será que esse menino "emendou"? Aprendeu a lição? Não, nem sempre a punição resolverá o problema. Talvez essa criança tivesse uma índole perversa, com ausência de remorso e culpa. Todavia, ainda sim, há que se punir.

Há que se punir para impor limites. Uma pessoa precisa ter a consciência de seus atos: - "Olha, garoto, você pode até fazer o que quer, mas pagará por isso. Colherá as consequências de seus atos". 

E isso é educação de qualidade!

Como diz o ditado: "Dois pesos e duas medidas"


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