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Mostrando postagens de Maio, 2013

“As aparências enganam aos que odeiam e aos que amam”.

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O trabalho escravo é assunto recorrente nas discussões trabalhistas ou nas telas de cinema e televisão. Contudo, nem tudo é o que aparenta ser. Como na música, célebre na voz de Elis Regina: “As aparências enganam aos que odeiam e aos que amam”.
Quer um exemplo clássico?  Um período obscuro da história mundial nos mostrou como o que aparentava ser escravidão ajudou a salvar milhares de pessoas da morte certa. Estamos falando de Oskar Schindler...
Sim, este empresário alemão escravizou judeus. Escravizou! Todavia, também foi assim que Schindler conseguiu salvar a vida de mais de mil judeus durante o “Holocausto” ao empregá-los, em regime de escravidão, em sua fábrica.
A guerra, desde remotas eras, nos mostra o que há de pior na humanidade, mas também é capaz de insuflar sentimentos nobres nos humanos, jamais transparecidos em outras épocas. 
Em Guerra e Paz, livro escrito por Leon Tolstói, podemos observar  a trajetória de diversos personagens, entre eles os membros de  famílias aristocrat…

Mas eu me mordo de ciúme...

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“Eu voltei, voltei para ficar”... E voltei para falar de temas polêmicos, como o ciúme e a inveja... Vamos lá:
O ciúme e a inveja tem sido assunto universal desde os primórdios da literatura mundial. Tema recorrente das novelas e folhetins, seu grande clássico remete à obra “shakespeareana” Othello, the Moor of Venice, traduzindo para o português: Otelo, o Mouro de Veneza.

Considerada como uma das mais importantes peças de teatro de William Shakespeare, escrita por volta de 1603, a obra, que gira em torno da traição e da inveja, tem como mensagem central a fraqueza humana.

Otelo, personagem principal da trama, tem o foco no ciúme: É fraco por não acreditar que possui qualidades para manter ao seu lado uma mulher jovem e bonita como Desdémona e, por ciúme, a mata injustamente.

Já Iago é contemplado pela face mordaz da inveja, pois não suporta perder sua posição no exército. Ao se tornar subordinado à Otelo, ocupando o cargo de alferes, Iago manifesta a profunda paixão do ódio contra o patr…

Canudos e o Enigma da Pirâmide

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Uma leitura que pode ser feita como ponto de partida na obra de Euclides da Cunha,"Os Sertões", trata-se pela ótica do determinismo. Em seu livro, Euclides deixa claro sua visão racista sobre o povo brasileiro. O livro publicado em 1902 esboça o espelho da ideologia de uma época em que se acreditava numa "raça superior", e em sua íntima relação com os de pele clara. Buscava-se o embranquecimento dos brasileiros evitando a miscigenação com "raças inferiores", para que se pudesse manter uma certa "constância", e assim, ter uma definição sistematizada da "raça brasileira".
"Intentamos esboçar, palidamente embora, ante o olhar de futuros historiadores, os traços atuais mais expressivos das sub-raças sertanejas do Brasil. E fazemo-lo porque a sua instabilidade de complexos, aliada às vicissitudes históricas e deplorável situação mental em que jazem, as tornam talvez destinadas a próximo desaparecimento ante as exigências crescentes da c…