CIÊNCIA - ONDAS ELETROMAGNÉTICAS CEREBRAIS:

Ondas cerebrais são similares às ondas de rádio!



Você sabe o que são ondas de rádio, mas desconhece a existência das ondas cerebrais. Pois bem, pasmem: Elas existem! Elas existem e se interagem com as ondas de rádio, cuja existência só é possibilitada pela ocorrência do campo eletromagnético.

Você entende o conceito de eletricidade? Bom, numa corrente elétrica transitam... Mas espera lá, corrente elétrica nada mais é do que o fluxo de cargas elétricas. Mas o que são cargas elétricas? São íons ou elétrons − livres no interior dos corpos. Nos fios de baixa e alta tensão transitam correntes elétricas. O nosso corpo humano também é permeado de fios, ou seja, as nossas veias e por meio delas também transitam correntes elétricas.

Assim ficou fácil entender como as ondas de rádio interagem com as nossas ondas cerebrais. Oras, vejamos: as ondas de rádio difundidas pelo campo magnético da atmosfera, penetram os nossos póros e entram na nossa corrente sanguínea. Veja bem: toda onda de rádio tem uma frequência, em paralelo, a pulsação é a nossa frequência cardíaca, ou seja, a nossa frequência de rádio. Nosso coração bate e pulsa o sangue, as antenas de rádio difusão também pulsam as ondas de rádio. Então, ficou fácil de entender? Mais ou menos, precisamos ainda compreender como ocorre a reação química no nosso cérebro.

Bom, os neurônios são células nervosas que se comunicam com as outras por meio das sinapses. Olha aí a eletricidade nesse processo. Os ions e elétrons se interagem, uns com os outros, formando códigos e decodificando outros. Tais códigos correspondem aos nossos pensamentos, as sensações que sentimos, aos sons que ouvimos e a luz que vemos, formando imagens e palavras.

Nosso cérebro é mapeado e cada região do cérebro tem determinada responsabilidade perante o nosso corpo. Um território comanda nossas emoções, outro comanda os nossos órgãos vitais, outro nossa memória e assim por diante.

Cada território tem sua frequência e potencia de sinais (sinapses). Assim pensamos e emitimos as ondas cerebrais. Mas, como são medidas estas ondas?


As ondas elétricas cerebrais, como todas as ondas, são medidas de duas maneiras. A primeira é a frequência ou a velocidade dos impulsos elétricos. Frequência  é medida em ciclos por segundo (Hz), variando de 0,5 Hz a 38 Hz. A segunda  medida é a amplitude, ou o quão forte é a onda cerebral. Ondas cerebrais são classificadas  por  frequência  em  cinco  tipos: BETA, ALPHA, THETA, DELTA e GAMMA. O Eletroencefalograma (EEG) registra graficamente as correntes  elétricas dos hemisférios esquerdo e direito do cérebro, através de eletrodos aplicados no couro cabeludo.

Então, tudo se resume por meio de reações químicas que acontecem em nossos cérebros. Um elemento reage com outro e provoca um sentido. Sendo assim, tudo que comemos e respiramos, e absorvemos por meio dos nossos póros, influenciam o funcionamento do nosso cérebro. Até a marca de shampoo.

- Beta corresponde a nossa consciência, nosso estado de vigília, ou mais comumente falado, nosso ego.

- Alpha são os nossos devaneios, aqueles sons e imagens que nos aparecem de vez em quando como insight, ou inspiração.

- Theta representa nosso inconsciente, são nossos pensamentos e emoções reprimidas, aquelas que não se manifestaram ainda em nosso ego (nosso eu manifesto). Mas são aquelas que se manifestam em nossos sonhos.

- Delta, também é o inconsciente? Sim, mas é aquele sono profundo do qual não lembramos, mas que se manifesta por meio de nossa intuição.

- Gamma é o nosso estado de meditação, aquele esvaziamento da alma para a contemplação dos nossos sentidos.



Resumindo: Ondas cerebrais, acontecem no sistema nervoso central em todos os níveis. No todo, essas ondas podem ser caracterizadas pela sua frequência, amplitude e fase. As especifidades desses sinais, podem ser adquiridos por meio de análise tempo-frequência. Em oscilações de larga escala, alterações de amplitude são consideradas resultado de alterações de sincronização (conexão simultânea) nas células do sistema nervoso central, também conhecido como sincronização local. Além desta, atividades oscilatórias envolvendo estruturas neurais distantes (neurônios simples ou estruturas de neurônios), podem entrar em sincronia, isto é, sintonia (seria a sintonização como num radinho de pilha. O seu radinho pilha está na mesma frequência que a onda de rádio emitida pela antena). Simplificando, ou seja, dentro do cérebro, um neurônio na mesma frequência que o outro. Oscilações e sincronizações neurais, foram associadas a várias funções cognitivas, tais como: transferência de informação, percepção, controle motor e memória.


Fim!


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